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Aline Diniz

Sou jornalista e sócia de uma agência de comunicação. Trabalhei por sete anos como colunista e repórter de Economia, depois fui assessora em órgão público por mais três. Passados alguns anos, volto com vontade de escrever sobre o que eu gosto: os bastidores da economia do Espírito Santo.

Celga abre loja em shopping de VV com auditório para 70 pessoas e perspectivas de expandir pelo país

Celga abre loja em shopping de VV com auditório para 70 pessoas e perspectivas de expandir pelo país

 Foto: Divulgação / Bruno Coelho

Foto: Divulgação / Bruno Coelho

Ainda neste mês de maio, mesmo se não estiver 100% finalizada, Márcia Celga, proprietária do tradicional armarinho que funciona desde 1976 na Praia do Canto (Vitória), irá abrir a sua primeira filial no Shopping Vila Velha. Sonho antigo dela e do saudoso marido Paulo Celga, a âncora terá um auditório para 70 pessoas.

Ela não fala em números, mas conta que “para nosso tamanho, é um investimento alto e estamos apostando”. Revela ainda que, por ser o primeiro armarinho dentro de um shopping no Espírito Santo, há perspectivas de replicar esse projeto numa parceria Celga e BR Malls em outras unidades no país.

Os últimos dias estão mais que agitados na empresa por conta da inauguração. Entre uma reunião e outra, Márcia Celga contou que a loja dentro da nova proposta era um projeto antigo dela e do marido, que faleceu em fevereiro último. “Era um sonho nosso, de ter uma loja plana, sem andares, com mais mobilidade, estrutura, estacionamento”.

"Era um sonho nosso, uma loja plana, sem andares, com mobilidade, estrutura, estacionamento". - Márcia Celga

Grande sonho

Em 1976, a Celga foi aberta num espaço de 36 metros quadrados, na Praia do Canto, próximo ao Boulevard da Praia. A ideia inicial era de uma loja de aviamentos. Cerca de 10 anos depois, a mudança foi feita para a atual sede, com 600 metros quadrados, em níveis, na Aleixo Neto. Em 2000, a Celga passou a oferecer cursos de artesanatos. A primeira filial terá uma área de 1.900 metros quadrados!

Grife pessoal

“Falo que é muito fácil comprar um presente de R$ 200. Quando você faz e presenteia alguém com um crochê, por exemplo, você dá emoção, espírito, sua grife pessoal. São valores diferentes, às vezes, a peça de crochê é até mais barata, mas existe o seu trabalho, a sua doação. O mesmo vale para fazer uma roupa, digo que é trabalhar a arquitetura do corpo. Não estou desmerecendo quem compra, eu também faço. Mas a Celga tem essa filosofia, de agregar esse valor”.

Assim explica Márcia Celga o sucesso da empresa, que oferece mais de 20 técnicas em cursos contínuos, seja para terapia ou para qualificação profissional. Atualmente estão abertos mais de 26 módulos.

De geração em geração

Com um auditório para 70 pessoas, a Celga irá inovar e expandir para além dos cursos e oficinas. Workshops, aula-show, palestras de temas sociais, entre outros, farão parte da programação da loja. Com 42 anos de funcionamento, Márcia não sabe contabilizar quantas pessoas já se formaram no armarinho.

“Antes não era informatizado. Anos atrás esquecemos de fazer backup e perdemos os dados, e roubaram nossos computadores também. Há cinco anos, há 10 anos, há 15 anos, eu não imaginava chegar aos 40. O que posso afirmar é que já estamos na quinta geração”.

23.05.2018 - Empresas & Negócios

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